Ele ja foi titulo de filme, peça chave para impulsionar a carreira de Rihanna e de séculos para cá passou de peça sagrada para acessório de moda.
Na última quinta-feira estive presente na exposição do premiado artista plástico Andrey Zignnato para conferir suas obras expostas.O curioso é que com apenas uma peça "o Guarda-Chuva" ele nos transporta a tempos remotos na civilização e nos carrega para lembranças de nossas vidas.
De origem XII AC entre Persas e Fenícios, chegou ao cristianismo como objeto de cerimonias divinas nas quais sempre existiam dois guarda-chuvas à frente do Papa, sendo um deles aberto simbolizando o poder temporal e um outro fechado, simbolizando o poder espiritual.
Séculos depois, os Chineses o popularizaram como proteção do sol escaldante e das chuvas intensas tornando a peça de uso comum na Grécia e Roma, adornadas de ouro e marfim e sustentadas por escravos , transformando-os em acessórios exclusivamente femininos.
Na Renascença costumavam ser feitos de couro e cabos de madeira consagrando-os a pesados 2kg cada.
Foi em Paris no final do século XVII, que tornou-se distinto e refinado, com bordados de seda, leves e com a função de recatar As damas em seus passeios ao sol.
Por ser utilizado apenas pela sociedade feminina, apenas em XVIII ele foi aceito pelos homens através de Jonas Hanway, um inglês apaixonado por guarda-chuvas que conseguiu conquistar publico masculino para tais peças.Gradualmente a freqüência de chuva naquele pais tornou o guarda -chuva como um acessório obrigatório.
E você, já escolheu seu guarda-chuva?
Serviço :
Exposição de imagens, esculturas e estruturas de guarda- chuvas inspiradas em
Jonas Hanway
Artista Plástico Andrey Zignnato
Centro Brasileiro Britânico
Até 25/05
Segunda a sexta das 10h às 19h
Rua Ferreira de Araújo, 741 Perdizes
Grátis


